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A Hotstick

Conheça um pouco da nossa história.

Victor Vasconcellos

Victor é dos mais conceituados e experientes shapers brasileiros com 30 anos de experiência e mais de 28.000 pranchas shapeadas a mão. Quando começou a trabalhar com a sua máquina digital parou de contar.

Victor é de uma época que para se fazer uma prancha bem feita, era preciso ser um bom surfista, ter viajado pelo mundo conhecendo vários tipos de onda, e toda essa informação era repassado para as características do seus shapes, e ainda é.

Tendo viajado pelos principais pico do mundo, Austrália, África, Indonésia e Hawaii, trabalhar em várias oficinas foi opção para ganhar algum dinheiro, se manter viajando e trocar muitas experiências em medidas e hidrôdinamica com os shapers locais.

Com seu currículo Victor foi convidado para trabalhar em Sidney, Austrália, na Force 9, fabrica que patrocinava Gary Green top do Circuito Mundial, na Pipedream em Gold Coast onde trabalhou com Murray Bourton, top shaper australiano.

Seu principal trabalho internacional foi quando foi convidado para trabalhar no Hawaii durante 5 anos com o shaper Glen Minami da Blue Hawaii, aprimorando suas técnicas principalmente nas pranchas grandes. Nesta ocasião fez as pranchas de vários tops do Hawaii inclusive Sunny Garcia e Ross Willians.

Hoje Victor tem como sua principal ferramenta de trabalho a DSD, máquina digital criada pelo brasileiro Luciano Leão, porém não deixando de dar os retoques manuais finais para o bom funcionamento de uma prancha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Equipe

A Hotstick tem a tradição de sempre investir em novos talentos desde a década de 70, até os dias de hoje.

Grandes nomes do surf nacional como Pepe Lopes, 6º colocado no Pipe Master de 1976, Cauli Rodrigues, Waldir Vargas, Taiu, Frederico D’Orey, Renato Phebo, Guto Carvalho, Sergio “Fedelho” Noronha, Guilherme Gross, Rodrigo Dornelles, Bernardo Pigmeu, Marcelo Trequinho, Marcelo Nunes (ex-WCT) Saulo JR e Daniel Hardman (Circuito Brasileiro e WQS), Rodrigo “Monster” Resende e Danilo Couto – (big riders), Jorge “Pinto” Spanner (Circuito Brasileiro Amador e Brasil Tour).

“Sempre achei importante investir nos atletas. Acho que quando um moleque entra na equipe estamos não só fornecendo pranchas, mas ajudando na formação do seu caráter e orientando quais os melhores caminhos a serem tomados, no surf e na vida, na realidade ajudamos a educá-los”.

Os atletas são peças fundamentais para o desenvolvimento do shape das pranchas, desde os beach breaks de Norte a Sul do Brasil as ondas perfeitas da Indonésia, Tahiti e Hawaii e em condições extremas de ondas gigantes de tow in em Jaws, Cortes Banks ou Mavericks.

Eles opinam sobre seu funcionamento, como elas estão andando, nos mostra como esta à resistência da laminação, onde precisamos colocar reforços, posicionamento das quilhas, enfim tudo que é importante para as pranchas com a meçhor performace possível.

O feedback constante sobre o que realmente funciona, ajuda a desenvolver os shapes e a laminação das pranchas quando surfam nos diversos tipos de ondas ao redor do mundo.

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